Independência financeira: 5 passos para você chegar lá

Independência financeira é um sonho. Sempre que ouvimos falar sobre o assunto, parece algo de uma realidade distante, num tempo longínquo. Entretanto, com bom planejamento é possível fazer com que esse sonho tão almejado se torne realidade.

Ser financeiramente independente pode ser uma questão muito subjetiva. Uns sentem que ter independência financeira é nunca mais ter que trabalhar, enquanto outros pensam que é não depender de outros ou de um salário. Seja qual for a sua perspectiva, é certo que existe um caminho a ser traçado para que você chegue lá.

Pensando nisso, preparamos uma lista de 5 passos para alcançar a independência financeira. Confira!

1. Faça um bom planejamento

Pode parecer a coisa mais óbvia do mundo (e é), mas a primeira coisa que você precisa fazer se quer mesmo ter independência financeira, é pensar. É sempre um erro querer desfrutar de um destino se você não sabe qual caminho percorrer para chegar lá.

Se você não tiver um plano bem pensado estabelecido, vai ficar gastando recursos e tempo para, no fim das contas, andar em círculos e/ou ficar estagnado. O primeiro passo é pensar sobre o que você quer, em quanto tempo e, principalmente, se isso é viável. Caso não seja, readeque e siga à risca o que foi planejado.

2. Desobrigue-se de um salário determinado

Para ter independência financeira, a fase inicial pede que você tenha uma reserva. Isso significa que você precisa ter um valor garantido/guardado para que consiga viver bem por um determinado período caso fique sem renda.

A duração desse momento é totalmente relativa, portanto varia de pessoa para pessoa. Uma poupança é uma boa pedida, sendo que você pode demorar o tempo necessário (estipulado dentro do seu planejamento) para juntar a quantia necessária. O seu foco deve estar em não acumular dívidas ou ter problemas caso fique sem receita por algum tempo.

Pode parecer bobagem, mas a maioria das pessoas vive na dependência total e absoluta de seus salários. Se algum imprevisto acontece, não há para onde recorrer.

Lembre-se que essa reserva mensal deve ser suficiente para manter o seu padrão de vida, uma vez que deve ser calculada com base nos seus compromissos e gastos médios mensais. Foque em cortar custos e poupar uma quantia todo mês. Aquele clichê, aqui é bem válido: gaste menos do que você recebe.

3. Livre-se de todas as dívidas

Cartão de crédito, talão de cheque, empréstimos, financiamentos e afins: isso atrasa demais a sua vida. Pode ser que pareça algo muito positivo ou itens facilitadores, mas a verdade é que ao se comprometer com essas formas de compra/pagamento, você acaba acatando taxas de juros abusivas, além de ter o seu patrimônio ameaçado.

Tenha em mente que, caso siga à risca o seu planejamento, o tempo vai permitir que você compre coisas à vista. Assim, você fica livre de dar o seu dinheiro aos outros (bancos e/ou entidades financeiras) e custeia apenas o que está adquirindo. Fora isso, comprar à vista pode garantir bons descontos.

Sem pendências desse cunho, fazer uma previsão das suas finanças ficará muito mais simples. Planeje em quanto tempo você consegue quitar essas dívidas e certifique-se de não deixar com que elas fiquem maiores do que o que você recebe, para não perder o controle.

4. Assegure-se numa alternativa secundária

Esse ponto é muito delicado: trata-se do momento em que você não depende mais do seu emprego. Isso significa que mesmo que você fique sem a sua fonte de renda principal, vai viver bem.

Para quem quer voltar a estudar, mudar de carreira ou dedicar a vida à um hobby ou atividade secular, esse estágio é o mais desejado. O importante aqui é que mesmo que você pare de trabalhar, haja algo trabalhando por você. Ou seja, o dinheiro não pode parar de entrar, mesmo que você não esteja trabalhando como de costume.

Essa renda pode vir de uma outra forma de emprego, de investimentos, de trabalhos freelance ou qualquer outra fonte. O importante é que você pense nesse dinheiro de forma ativa, embora a essa altura isso seja menos preocupante, investindo com mais ousadia para poder estar um passo à frente da inflação.

Mesmo que o dinheiro que entra por esses meios ainda não seja suficiente para manter seu estilo de vida intacto, foque-se em manter seus compromissos e gastos dentro dessa marca e tentar investir um pouco mais para, consequentemente, tentar ganhar mais dinheiro com uma dessas alternativas secundárias.

5. Faça com que o seu dinheiro trabalhe para você

Chegamos ao topo da pirâmide. A palavra da vez é investimento. Nesse estágio, você não precisará mais trabalhar. Aqui, você recebe o suficiente para manter seu padrão de vida sem a necessidade de um emprego fixo ou renda fixa mensal vinda de alguma atividade determinada. O que você recebe (rendimentos, dividendos, aluguéis e afins) cobre muito bem as suas despesas e ainda supre a necessidade de investimento.

Apesar de poder usar o seu tempo da forma que bem quiser e entender, o segredo dessa fase é não gastar dinheiro de forma inconsequente. Para chegar nessa fase, de não precisar trabalhar, você precisa aplicar em coisas que vão te dar um retorno de período em período. Ações e dividendos são opções atraentes. Aluguéis também entram nesse estágio, mas vale lembrar que o mercado imobiliário brasileiro está cada vez mais instável.

A receita deve ser pensada de forma a suprir suas necessidades, pagando suas despesas e também para investir, então lembre-se: parte do seu dinheiro deve arcar com os compromissos e o restante deve trabalhar para gerar mais dinheiro.

Independência financeira exige tempo, planejamento e desconforto

Não se engane: você terá que abrir mão de regalias. Gastos desnecessários devem ser cortados. Isso significa que você deve pensar seriamente em sacrificar uma diversão e/ou momento de conforto para poupar. Pode soar negativo, mas depois de algum tempo, isso será crucial para que você alcance suas metas.

Mantenha o equilíbrio entre o que você recebe e o que gasta, controlando isso em cada momento. Assim, você entenderá o tempo de cada passo e, firmando-os, alcançará a sua independência financeira.

Se você quer ser independente financeiramente, mas ainda não sabe como gerir isso em sua empresa, leia sobre consultoria financeira!

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